quarta-feira, 17 de julho de 2019

15/07/2019 Menininha do Cantois -Campanha do Núcleo de Igualdade Racial do Grupo Mulheres do Brasil


A Campana vai trazer 01 a 25 de julho de 2019, a memória histórica escrita por várias mãos de 25 mulheres que se destacaram nas questões raciais e na luta pela igualdade de direitos. A cada dia o Núcleo de Igualdade Racial do Grupo Mulheres do Brasil irá soltar um Post com uma dessas 25 mulheres mais votadas no Núcleo. Pois somos muitas espalhadas na América Latina. Aqui estão algumas referências, mas você pode buscar mais a partir do nome destas companheiras.

Vai um pouquinho da Caminhada de Mãe Menininha do Cantois e pode aprofundar que tem muito mais história para conhecermos.

Mãe Menininha do Gantois

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nome completo
Maria Escolástica da Conceição Nazaré
Nascimento
Morte
13 de agosto de 1986 (92 anos)
Salvador, Bahia
Nacionalidade
Maria Escolástica da Conceição Nazaré, conhecida como Mãe Menininha do Gantois (Salvador, Bahia, 10 de fevereiro de 1894 – 13 de agosto de 1986), foi uma Iyálorixá (mãe-de-santo) brasileira, filha de Oxum. É a mais famosa ialorixá da Bahia e uma das mais admiradas mães-de-santo do país.[1] Foi empossada como ialorixá aos 28 anos, em 18 de fevereiro de 1922.[2]

Biografia

Maria Escolástica nasceu em Salvador, em 1894, no dia de Santa Escolástica, na Rua da Assembléia, entre a Rua do Tira Chapéu e a Rua da Ajuda, no Centro Histórico de Salvador, tendo como pais Joaquim e Maria da Glória Nazareth. Descendente de escravizados africanos, ainda criança foi escolhida para ser Iyálorixá (mãe-de-santo) do terreiro Ilê Iyá Omi Axé Iyamassê, fundado em 1849 por sua bisavó, Maria Júlia da Conceição Nazaré, cujos pais eram originários de Agbeokuta, sudoeste da Nigéria.
Foi apelidada de Menininha, talvez por seu aspecto franzino:
“
Não sei quem pôs em mim o nome de Menininha… Minha infância não tem muito o que contar… Agora, dançava o candomblé com todos desde os seis anos.[3]
”
Foi iniciada no culto dos orixás de Keto aos 8 anos de idade por sua tia-avó e madrinha de batismo, Pulchéria Maria da Conceição (Mãe Pulchéria), chamada Kekerê - em referência à sua posição hierárquica, Iyá kekerê (Mãe pequena).[4] Menininha seria sua sucessora na função de Iyalorixá do Gantois. Com a morte repentina de Mãe Pulchéria, em 1918, o processo de sucessão foi acelerado. Por um curto período, enquanto a jovem se preparava para assumir o cargo, sua mãe biológica, Maria da Glória Nazareth, permaneceu à frente do Gantois.[3]
Foi a quarta Iyálorixá do Terreiro do Gantois e a mais famosa de todas as Iyálorixá brasileiras. Sucessora de sua mãe, Maria da Glória Nazareth, foi sucedida por sua filha, Mãe Cleusa Millet, que morreu em 16 de outubro de 1998.[5]
“
Minha avó, minha tia e os chefes da casa diziam que eu tinha que servir. Eu não podia dizer que não, mas tinha um medo horroroso da missão (...): passar a vida inteira ouvindo relatos de aflições e ter que ficar calada, guardar tudo para mim, procurar a meditação dos encantados para acabar com o sofrimento.[6]
”
O terreiro, que inicialmente funcionava na Barroquinha, na zona central de Salvador, foi posteriormente, transferido para o bairro da Federação onde hoje é o Ilê Axé Iyá Nassô Oká, na Avenida Vasco da Gama, do qual Maria Júlia da Conceição Nazaré sua avó também fazia parte. Com o falecimento da iyalorixá da Casa Branca Iyá Nassô, sucedeu Iyá Marcelina da Silva Oba Tossi. Após a morte desta, Maria Júlia da Conceição e Maria Júlia Figueiredo, disputaram a chefia do candomblé, cabendo à Maria Júlia Figueiredo que era a substituta legal (Iyakekerê) tomar a posse como Mãe do Terreiro.[3][4]
Maria Júlia da Conceição afastou-se com as demais dissidentes e fundaram outra Ilé Axé, o (Terreiro do Gantois), instalando-se em terreno arrendado aos Gantois - família de traficantes de escravos e proprietários de terras de origem belga - pelo cônjuge de Maria Júlia, o negro alforriado Francisco Nazareth de Eta.[7] Situado num lugar alto e cercado por um bosque, o local de difícil acesso era bem conveniente numa época em que o candomblé era perseguido pelas forças da ordem. Geralmente, os rituais terminavam subitamente com a chegada da polícia.[8]Em 1922, através do jogo de búzios, os orixás Oxóssi, Xangô, Oxum e Obaluaiyê confirmaram a escolha de Menininha, então com 28 anos. Em 18 de fevereirodaquele ano, ela assume definitivamente o terreiro.

“
Quando os orixás me escolheram eu não recusei, mas balancei muito para aceitar.[4]
”
A partir da década de 1930, a perseguição ao candomblé vai arrefecendo, mas uma Lei de Jogos e Costumes, condicionava a realização de rituais à autorização policial, além de limitar o horário de término dos cultos às 22 horas. Mãe Menininha foi uma das principais articuladoras do término das restrições e proibições. "Isso é uma tradição ancestral, doutor", ponderava a iyalorixá diante do chefe da Delegacia de Jogos e Costumes. "Venha dar uma olhadinha o senhor também."[4]
Mãe Menininha abriu as portas do Gantois aos brancos e católicos - uma abertura que, em muitos terreiros, ainda é vista com certo estranhamento. Mas afinal, a Lei de Jogos e Costumes foi extinta em meados dos anos 1970. "Como um bispo progressista na Igreja Católica, Menininha modernizou o candomblé sem permitir que ele se transformasse num espetáculo para turistas", analisa o professor Cid Teixeira, da Universidade Federal da Bahia.[4]
Nunca deixou de assistir à missa e até convenceu os bispos da Bahia a permitir a entrada nas igrejas de mulheres, inclusive ela, vestidas com as roupas tradicionais do candomblé.[9]

Vida pessoal

Aos 29 anos, Menininha casou-se com o advogado Álvaro MacDowell de Oliveira, descendente de escoceses. Com ele teve duas filhas, Cleusa e Carmem.[5]
“
Meu marido, quando me conheceu, sabia que eu era do candomblé… A gente viveu em paz porque ele passou a gostar de Candomblé. Mas, quando fui feita Iyalorixá, passamos a morar separados. No meu terreiro, eu e minhas filhas. Marido não. Elas nasceram aqui mesmo”.[10]
”
Em uma entrevista à revista IstoÉ, mãe Carmem conta que ela adorava assistir telenovelas, sendo que uma de suas preferidas teria sido Selva de Pedra.[11] Era colecionadora de peças de porcelana, louça e de cristais, que guardava muito zelo. Não bebia Coca-Cola, pois certa vez lhe disseram que a bebida servia para desentupir os ralos de pias, e ela temia que a ingestão da bebida fizesse efeito análogo em si.[11]

Morte

Mãe Menininha morreu em Salvador, em 13 de agosto de 1986, de causas naturais, aos 92 anos de idade.[1][2]

Homenagens

O terreiro está localizado na rua Mãe Menininha do Gantois (antiga rua da Boa Vista, renomeada em 1986),[6] no Alto do Gantois, bairro da Federação, em Salvador. Após a sua morte, seus filhos deixaram seu quarto intacto, com seus objetos de uso pessoal e ritualísticos. O aposento foi transformado no Memorial Mãe Menininha e é uma das grandes atrações do Gantois.

Mãe Menininha, aos 8 anos de idade.
“
Ederaldo Gentil e Anísio Félix. "In-Lê-In-Lá", 1976
In-Lê-In-Lá Lá Lá Ê, In-Lê-In-lá, Oilá
In-Lê-In-Lá Lá Lá Ê, In-Lê-In-lá
Os candomblés estão batendo, foguetes explodem no ar
Em louvor a Menininha, senhora, mãe e rainha do Gantois
Pelo seu aniversário de cinquentenário de Ialorixá (3x)
Ôôô, ÔôÔôôÔô, salve mamãe Oxum, salve meu pai Xangô (2x)
Cinquentenário de batalhas, cinquentenário de fé
Desde quando recebeu os poderes de Maria dos Prazeres Nazaré
Sua vidência se alastrou, iaô iaô iaô ô (2x)
Sacerdotisa de uma raça, rainha de uma nação,
na luta na defesa dos descrentes, ela sempre estendeu suas mãos
Hoje os candomblés estão batendo a seu nome venerar
Ia-mi-mojubá, salve o seu axé, seu candomblé do Alto do Gantois (2x)
In-Lê-In-Lá Lá Lá Ê, In-Lê-In-lá, Oilá
In-Lê-In-Lá Lá Lá Ê, In-Lê-In-lá
”

“


A beleza do mundo, hein
Tá no Gantois

E a mãe da doçura, hein
Tá no Gantois...
Dorival Caymmi. "Oração de Mãe Menininha", 1972.
”
No ano de 1976, foi homenageada pela Escola de Samba carioca Mocidade Independente de Padre Miguel, com o enredo "Mãe Menininha do Gantois", do carnavalesco Arlindo Rodrigues. O samba foi interpretado pela cantora Elza Soares e o puxador Ney Vianna:

Já raiou o dia
A passarela vai se transformar
Num cenário de magia
Lembrando a velha Bahia
E o famoso Gantois

Arerê, arerá
Candomblé vem da Bahia
Onde baixam os orixás

Oh, meu pai Ogum na sua fé
Saravá Nanã e Oxumaré
Xangô, Oxossi
Oxalá e Yemanjá
Filha de Oxum
Pra nos ajudar
Vem nos dar axé
Com os erês dos orixás

Refrão
Oh, minha mãe
Menininha
Vem ver, como toda cidade
Canta em seu louvor com a Mocidade

A agremiação ficou em terceiro lugar e Mãe Menininha, apesar da idade, se fez presente e ajudou com o "pedido" de licença para realização do enredo, junto aos Orixás.
[12]
Há também uma homenagem à Mãe Menininha na música "Bahia, minha preta" composta por Veloso e bastante ouvida na voz de Gal Costa, parte do seu álbum "O Sorriso do Gato de Alice", de 1993. A música canta:
"(...) Te chamo de senhora Opô, afonjá Eros, Dona Lina, Agostinho e Edgar Te chamo Menininha do Gantoise Candolina, Marta, Didi, Dodô e Osmar na linha romântico (...)"

Preconceito

Em 10 de abril de 2013, foi divulgado na internet polêmico vídeo em que o pastor e deputado Marco Feliciano,[13] então presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, se referiu à Mãe Menininha do Gantois como "Mãe Menininha do Patuá", a fim de dizer que o segredo de sucesso das músicas do cantor e compositor Veloso, que é ateu, se devia, segundo teria dito o próprio cantor, à prévia bênção da religiosa.[14]

Bibliografia

·         Silveira, Renato da, Candomblé da Barroquinha, Editora: Maianga ISBN 8588543419
·         Herskovits, Melville J., The Human Factor in Changing Africa, 1962
·         Verger, Pierre Fatumbi. Dieux D'Afrique. Paul Hartmann, Paris (1ª edição, 1954; 2ª edição, 1995). 400pp, 160 fotos em preto e branco, ISBN 2-909571-13-0.
·         Verger, Pierre Fatumbi, Notas Sobre o Culto aos Orixás e Voduns. 624pp, fotos em preto e branco. Tradução: Carlos Eugênio Marcondes de Moura EDUSP 1999 ISBN 85-314-0475-4

Ver também

·         Candomblé
·         Candomblé Ketu
·         Sacerdotes do Candomblé

Referências

1.    ↑ «Morte de Mãe Menininha do Gantois completa 25 anos neste sábado». G1. Consultado em 22 de agosto de 2018
2.    ↑ Pai Rodney (ed.). «Mãe Menininha do Gantois e o poder dos terreiros». Carta Capital. Consultado em 22 de agosto de 2018
3.    ↑«Mãe Menininha do Gantois». UOL Educação. Consultado em 22 de agosto de 2018
4.    ↑  Carneiro, Edison (1961). Candomblés da Bahia. Bahia: Martins Fontes. p. 400. ISBN 9788578270018
5.    ↑ CHRISTIANNE GONZÁLEZ, ed. (16 de outubro de 1998). «Morre aos 67 sucessora de mãe Menininha». Folha de São Paulo. Consultado em 22 de agosto de 2018
6.    ↑  Nóbrega, Cida; Echeverria, Regina (2006). Mãe Menininha do Gantois: uma biografia. Rio de Janeiro: Ediouro. p. 279. ISBN 9788578270018
7.    ↑ «Dados biográficos». Uniafro. Consultado em 22 de agosto de 2018
8.    ↑ «Mãe Menininha». Fundação Gregório de Mattos. Consultado em 22 de agosto de 2018
9.    ↑ Oscar Henrique Cardoso (ed.). «Mãe Menininha do Gantois, história de amor pelos orixás e pela Bahia». Fundação Cultural Palmares. Consultado em 22 de agosto de 2018. Arquivado do original em 2 de agosto de 2007
10. ↑ «Mãe Menininha». Cultura Black. Consultado em 22 de agosto de 2018[ligação inativa]
11. ↑ Ir para:a b «Mãe Menininha do Gantois». IstoÉ. Consultado em 22 de agosto de 2018
12. ↑ Mocidade Independente de Padre Miguel (ed.). «Mãe Menininha do Gantois». Galeria do Somba. Consultado em 22 de agosto de 2018
13. ↑ «Marco Feliciano ataca novamente: o alvo agora é Veloso». Revista Rolling Stones. Consultado em 22 de agosto de 2018

14. ↑ «Em novo vídeo, Feliciano insinua que Veloso fez pacto com diabo». O Globo. Consultado em 22 de agosto de 2018


14/07/2019 Dandara - Campanha do Núcleo de Igualdade Racial do Grupo Mulheres do Brasil




A Campana vai trazer 01 a 25 de julho de 2019, a memória histórica escrita por várias mãos de 25 mulheres que se destacaram nas questões raciais e na luta pela igualdade de direitos. A cada dia o Núcleo de Igualdade Racial do Grupo Mulheres do Brasil irá soltar um Post com uma dessas 25 mulheres mais votadas no Núcleo. Pois somos muitas espalhadas na América Latina. Aqui estão algumas referências, mas você pode buscar mais a partir do nome destas companheiras.

Para o Grupo Mulheres Negras Dandara no Cerrado ela é uma grande líder quilombola que serve de referência para muitas mulheres negras brasileira. Precisa buscar mais sobre ela com um olhar das mulheres negras e feministas.


Dandara

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a guerreira. Para a cidade do Egito, veja Dendera. Para a atriz brasileira, veja Dandara Guerra.
Dandara
Nascimento
Não disponível
Morte
Cônjuge
Filho(s)
·         Motumbo
·         Harmódio
·         Aristogíton
Ocupação
Guerreira
Serviço militar
Conflitos
Causa da morte
Suicídio
Procurar imagens disponíveis
Dandara (?, ? — Capitania de Pernambuco, 6 de fevereiro de 1694) foi uma guerreira negra do período colonial do Brasil.[1] Após ser presa, suicidou-se se jogando de uma pedreira ao abismo para não retornar à condição de escrava.[1]Foi esposa de Zumbi dos Palmares e com ele teve três filhos.[2][1] Sua figura é envolta em grande mistério, pois quase não existem dados sobre sua vida e/ou atos.[2]

Biografia

Descrita como uma heroína, Dandara dominava técnicas da capoeira e lutou ao lado de homens e mulheres nas muitas batalhas consequentes a ataques a Palmares, estabelecido no século XVII na Serra da Barriga, situada na então Capitania de Pernambuco em região do atual estado de Alagoas, cujo acesso era dificultado pela geografia e também pela vegetação densa.
Não se sabe se Dandara nasceu no Brasil ou no continente africano, mas teria se juntado ainda menina ao grupo de negros que desafiaram o sistema colonial escravista por quase um século. Ela participava também da elaboração das estratégias de resistência do quilombo.
Além de lutar, participava de atividades cotidianas em Palmares, como a caça e a agricultura. No quilombo era praticada a policultura de alimentos como milho, mandioca, feijão, batata-doce, cana-de-açúcar e banana.
Os ataques ao Palmares teriam se tornado frequentes a partir de 1630, com a invasão holandesa. Segundo a narrativa em torno de Dandara, ela teria tido importante papel no rompimento do marido com seu antecessor, Ganga-Zumba, primeiro grande chefe do Quilombo de Palmares e tio de Zumbi. Em 1678, Ganga-Zumba assinou um tratado de paz com o governo de Pernambuco. O documento previa que as autoridades libertassem palmarinos que haviam sido feitos prisioneiros em um dos confrontos. E também a liberdade dos nascidos em Palmares, além de permissão para realizar comércio. Em troca, a partir dali, os habitantes do quilombo deveriam entregar escravos fugitivos que ali buscassem abrigo. Dandara, ao lado de Zumbi, teria sido contrária ao pacto por entender que se tratava de um acordo que não previa o fim da escravidão. Ganga-Zumba acabou sendo morto por um dos palmarinos contrários à sua proposta.[3]

Referências

2.    ↑ Entrevista: Sem grilhões, a resistência negra Arquivado em 11 de junho de 2007, no Wayback Machine., entrevistadora Flávia Mattar, entrevistada Alzira Rufino
4.    ↑ Aqualtune Arquivado em 1 de abril de 2010, no Wayback Machine., Semana da Consciência Negra
5.    ↑ Décio Freitas, Palmares - A Guerra dos Escravos, Edições Graal, 1982

13/07/2019 Célia Cruz - Campanha do Núcleo de Igualdade Racial do Grupo Mulheres do Brasil



A Campana vai trazer 01 a 25 de julho de 2019, a memória histórica escrita por várias mãos de 25 mulheres que se destacaram nas questões raciais e na luta pela igualdade de direitos. A cada dia o Núcleo de Igualdade Racial do Grupo Mulheres do Brasil irá soltar um Post com uma dessas 25 mulheres mais votadas no Núcleo. Pois somos muitas espalhadas na América Latina. Aqui estão algumas referências, mas você pode buscar mais a partir do nome destas companheiras.

Um Pouquinho de sua história:

A Cantora norte-americana, de origem cubana, nasceu a 21 de outubro de 1924, em Havana, sendo uma entre catorze irmãos. Começou a cantar ainda em criança e lhe oferecido por um turista para quem atuou. na sua juventude, participou em muitas festas de escola e de pequenas associações.
Devido ao seu talento, uma tia levou-a cantar em cabaretes e clube noturnos. Nesta altura. Tornou-se cantora profissional e, encorajada por um primo começou a participar em concursos.


Celia Cruz

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Celia Cruz em performance em Paris, 1980.
Informação geral
Nome completo
Úrsula Hilaria Celia de la Caridad Cruz Alfonso
Também conhecido(a) como
Rainha da Salsa
(La Reina de la Salsa)
Nascimento
Local de nascimento
Morte
16 de julho de 2003 (77 anos)
Local de morte
Nacionalidade
Período em atividade
1948 - 2003
Afiliação(ões)
Página oficial
Úrsula Hilaria Celia Caridad Cruz Alfonso, nome artístico de Celia Cruz, (Havana, 21 de outubro de 1925 - Fort Lee, Nova Jersey, 16 de julho de 2003) foi uma cantora cubana.

Biografia

Saiu de seu país em 1959, nunca mais retornando, em virtude do regime de Fidel Castro. Foi para o México, onde gravou com outros artistas como Tito Puente. Do México mudou-se para Nova York, onde passou a maior parte de sua vida e morou até o fim dela.
Foi a maior intérprete cubana, tendo recebido vinte discos de ouro e recebendo o título de "Rainha da Salsa".
Participou da novela mexicana, "El alma no tiene color" (1997), exibida no Brasil em 2001 pelo SBT com o título "A Alma não Tem Cor". Foi casada durante 41 anos, com o trompetista do grupo "La Sonora Matancera" Pedro Knight. Em 16 de julho de 2003, ela morreu de um tumor maligno no cérebro em sua casa em Fort Lee, Nova Jersey.
Depois de sua morte seu corpo embalsamado foi levado para Miami e Nova Iorque, de tal maneira que todos puderam render homenagens.

Mausoléu no Cemitério de Woodlawn
Seu sepultamento reuniu mais de 150 mil pessoas em Miami e em New York. O mundo inteiro lhe rendeu homenagens. America Latina se rendeu aos seus pés e a comunidade artística mundial reconhecia a um de seus mais altos expoentes. O sepultamento de Nova York constituiu um dos maiores que essa cidade recorda, superando inclusive ao de Judy Garland em 1969.[carece de fontes] Foi sepultada no Cemitério de Woodlawn.
Em Fevereiro de 2004 , seu último álbum, publicado depois de sua morte, ganhou um prêmio póstumo em os Premios Lo Nuestrocomo melhor álbum de salsa do ano. Recentemente teve uma música sua inserida no jogo Call of duty Black Ops,na primeira fase,é possivel ouvir Quimbara ao fundo do bar.


12/07/2019 Adriana Barbosa -Campanha do Núcleo de Igualdade Racial do Grupo Mulheres do Brasil

A Campana vai trazer 01 a 25 de julho de 2019, a memória histórica escrita por várias mãos de 25 mulheres que se destacaram nas questões raciais e na luta pela igualdade de direitos. A cada dia o Núcleo de Igualdade Racial do Grupo Mulheres do Brasil irá soltar um Post com uma dessas 25 mulheres mais votadas no Núcleo. Pois somos muitas espalhadas na América Latina. Aqui estão algumas referências, mas você pode buscar mais a partir do nome destas companheiras.



Aqui vai um pouquinho desta mulher. Busque mais para conhecê-la melhor.
CONHEÇA A TRAJETÓRIA EMPREENDEDORA DE ADRIANA BARBOSA, DA FEIRA PRETA
A paulista, criadora de um dos principais eventos culturais do país, esteve em uma das capas mais icônicas de PEGN, que completa 30 anos em 2018

28.11.2018  Por 


Adriana Barbosa vem de uma família de empreendedoras. Sua bisavó, sempre que faltava dinheiro para pagar as contas, criava algo para terminar o mês no azul. "Ela inventava alguma coisa e empreendia", diz. Trilhou o mesmo caminho e encontrou no empreendedorismo uma oportunidade de inventar e criar como sua família.
Fundou a Feira Preta, um evento que reúne cultura, produtos e serviços sob a estética afro. Passou por dificuldades, mas não desistiu. Em 2017, mais de 130 mil pessoas passaram pelo seu evento. "A Feira Preta surge em contexto de escassez financeira, mas de uma abundância cultural e criativa." 
Adriana esteve na capa de uma das edições mais famosas de Pequenas Empresas & Grandes Negócios.



12/07/2017 Reunião de Planejamento do Nucleo

Aconteceu no dia 13 de julho a Reunião de planejamento do Núcleo de Igualdade Racial de Goiás - Grupo Mulheres do Brasil, onde pensamos algumas ações para o Núcleo executar com mais urgência como ações do Dia 25 de julho - Dia da Mulher Negras da América Latina e Caribe, onde fizemos a memória da caminhada desde 21996  té hoje em Goiânia. O Projeto da Sede da Dandara no Cerrado. A ida no Quilombo. O projeto Enel Compartilha Empreendedorismo.

Para o 25 de Julho de 2019 vamos fazer um panfleto para divulgação nas Redes Sociais. E os outros encaminhamentos cada uma das participantes vão encaminhar.

Relembramos a agenda para agosto e encerramos a Reunião.