sexta-feira, 19 de março de 2021
sexta-feira, 5 de março de 2021
Encontro de formação com ações do Dia Internacional da Mulher
Convite
Encontro sobre a formação
da Farmácia Popular Doméstica e Autocuidado com ações do Dia Internacional da
Mulher
O contexto da pandemia cerca de incertezas o mundo do trabalho e a própria vida
social, com um quadro sanitário urgente que antecipa a recessão econômica
impactando em organizações e indivíduos. Nós as Mulheres Negras Dandara no
Cerrado e o Laboratório de Pesquisas em Educação Química e Inclusão LPEQI compreendemos que nunca foi tão necessário nos instruir e
fortalecer.
Por isso convidamos você para participar de uma série de oficina
de práticas científicas para a confecção de farmácia popular doméstica
utilizando o conhecimento de pesquisas de cientistas negras contemporâneas e os
saberes tradicionais da farmacopeia popular do Cerrado...compostas por
treinamento de processos de extração de óleos essenciais e princípios ativos
com materiais alternativos e de baixo custo.
A modalidade dos nossos encontros é online
sempre nos sábados das 9h às 11h, de (15) quinze em (15) quinze dias na
plataforma Google Meet que já é conhecida pela maioria.
Data: 06/03/2021(sábado)
Horário: 9h às 11h
Local: Google Meet do 06/03/2021:
meet.google.com/znp-grbh-upa
Conto com sua participação neste lindo projeto com mulheres negras iniciando nossos trabalhos em 2021 com ações da Dandara no Cerrado acreditando na possibilidade de cada uma na construção coletiva.
Contatos: mdandaranegras21@gmail.com ou martacezaria@gmail.com
Telefone (WhatsApp) 62 99628 6650
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
Convite para nosso Encontro em 2021 -Dandara no Cerrado na WEB
Convite
Encontro sobre a formação
da Farmácia Popular Doméstica e Auto Cuidado
O contexto da pandemia cerca de incertezas o mundo do trabalho e a própria vida
social, com um quadro sanitário urgente que antecipa a recessão econômica
impactando em organizações e indivíduos. Nós as Mulheres Negras Dandara no
Cerrado e o Laboratório de Pesquisas em Educação Química e Inclusão LPEQI compreendemos que nunca foi tão necessário nos instruir e
fortalecer.
Assim convidamos a todas para iniciarmos uma série de oficina
de práticas científicas para a confecção de farmácia popular doméstica
utilizando o conhecimento de pesquisas de cientistas negras contemporâneas e os
saberes tradicionais da farmacopeia popular do Cerrado...compostas por
treinamento de processos de extração de óleos essenciais e princípios ativos
com materiais alternativos e de baixo custo.
A modalidade dos nossos encontros será online
sempre nos sábados das 9h às 11h, de (15) quinze em (15) quinze dias. O
Calendário será iniciado em fevereiro de 2021 na plataforma Google Meet que já
é conhecida pela maioria.
Data: 20/02/2021(sábado)
Horário: 9h às 11h
Local: Google Meet (Envio o Link amanhã 30
minutos antes da reunião).
Apresentaremos o resultado do
questionário que várias de vocês responderam. Conto com sua participação neste lindo projeto com mulheres negras
iniciando nossos em 2021 com ações da Dandara no Cerrado acreditando na
possibilidade de cada uma na construção coletiva.
Nossos contatos: mdandaranegras21@gmail.com
Atenciosamente,
Marta Cezaria de Oliveira
domingo, 14 de fevereiro de 2021
Nota de Falecimento, mais uma Dandara no Cerrado que partiu hoje
quinta-feira, 28 de janeiro de 2021
Campanha de doações para a ONG Dandara no Cerrado
Salve a ONG Dandara no Cerrado
Olá! Somos o Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado, uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, sediada na cidade de Goiânia, estado de Goiás, que tem como objetivo desenvolver ações pela equidade racial e pela igualdade de gênero. Lutamos pelo exercício pleno da cidadania e dos direitos das mulheres, sobretudo das mulheres negras, vulnerabilizadas pelos efeitos do racismo estrutural e da hierarquização patriarcal. Desde 2002, nosso grupo promove propostas de afirmação para a cidadania, a partir de uma perspectiva feminista, criando ações educativas sobre gênero, raça, empreendedorismo étnico e cultural, geração de trabalho e renda, moradia e saúde reprodutiva. Buscamos intervir de forma direta nas políticas públicas para mulheres e adolescentes negras, atuando na garantia do respeito à diversidade e à identidade cultural, racial e étnica como forma de superar as iniquidades raciais e de gênero, responsáveis pela marginalização cultural, econômica e social das mulheres negras. Nossa ONG é reconhecida como órgão de Utilidade Pública pela Assembleia Legislativa de Goiás, pela Lei n.º 17.127, de 20 de agosto de 2010. O cenário da pandemia do Covid-19, junto à conjuntura de ascensão do poder de grupos de extrema direita agindo pela destituição de direitos sociais, paralisou as atividades da nossa ONG. À deriva da falta de renda, do desemprego e da perda de direitos, a população negra teve que se virar em trabalhos informais para se manter, sendo o grupo mais exposto ao vírus Sars-CoV-2. Várias Dandaras e seus familiares contraíram a doença. Já perdemos muita gente querida e continuamos sofrendo com perdas afetivas e materiais nessa pandemia. A crise sanitária e política afetou diretamente o funcionamento da nossa ONG e nossa potencialidade de acolher mais e mais mulheres negras. Com nossos projetos parados, a organização está endividada, sem condição de arcar com os gastos administrativos acumulados, o que inclui o aluguel da nossa sede e contas de manutenção da organização. Somando quase um ano de contas não pagas, corremos o risco de perder nosso espaço físico, localizado no Setor Jardim América, em Goiânia. Esse financiamento coletivo é mais uma luta para nós, um levante, um respiro. Conseguir manter nosso espaço é nossa forma de salvarmos vidas. Nos ajude a reavivar a ONG Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado. Contamos com vocês para que, coletivamente, recuperemos nosso poder de ação, na luta por direitos que são nossos!
2 Participantes
Faça a sua doação e assim que o seu pagamento for compensado apareça aqui!
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
sábado, 25 de julho de 2020
Dia da Mulher Negra da America Latina e Caribe-Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado
25 de
julho - Dia da Mulher Latina Americana e Caribenha
Dia de Tereza de Benguela
Marta
Cezaria de Oliveira
A data de 25 de julho de 1992 surgiu
durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-Americanas e Afro-caribenhas,
realizado na República Dominicana. Quando as mulheres ali reunidas destacaram
os efeitos opressores do machismo e racismo, organizaram-se, então, para
combatê-los. Essa rede de mulheres lutou para que a Organização das Nações
Unidas - ONU reconhecesse o 25 de julho como Dia Internacional da Mulher Negra
Latino-Americana e Caribenha.
Desde 2014, no Brasil, a mesma data foi
incorporada como o Dia Nacional de Tereza de Benguela, líder quilombola do
século XVIII, que ajudou as comunidades negras e indígenas na resistência à
escravidão.
Nós, mulheres negras, consideramos essa
data importante para continuarmos na luta contra o racismo, o preconceito, o
machismo e feminicídio, e para isto basta olhar o estudo no Atlas da Violência
2018 e entender por que precisamos continuar lutando por direitos. Temos
avanços, mas o racismo excludente é cruel.
Portanto, potencializar minha atuação como
líder de uma organização da sociedade civil, uma mulher cineasta negra, com 64
anos chegando ao mestrado para ter mais possibilidades de continuar registrando
histórias de mulheres negras lideranças deste estado bem como do centro oeste e
quiçá nacional e internacional. Ampliar minha visão feminista negra nos espaços
de desenvolvimento social político econômico cientifico cultural e ambiental
onde venho atuando há anos. Ter um aporte estrutural
Sou Biologia, estudante no Programa de Pós-Graduação
em Educação em Ciências e Matemática-UFG, associada da Associação Nacional de
Pesquisadoras e Pesquisadores Negras e Negros, Conselheira no CNPIR e no CEAS,
Ativista e Fundadora do Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado, da
Executiva do FNMN, Grupo Mulheres do Brasil, Consultora e pesquisadora na área
dos afrodescendentes. Atuante no controle social das políticas públicas, meio
ambiente, educação, estudos étnicos raciais, de gênero e na luta pelos direitos
humanos das mulheres preservando a memória oral como resistência. Atuante há
anos juntos as comunidades quilombolas de Goiás e outras A participação popular
sempre foi o modelo político que valorizo.
Tenho a marca do coletivo, do grupo, da base.
Seriedade e competência são as marcas que tenho como meta para chegar ao
controle social com eficiência. Combate à discriminação racial. Luto a vida
inteira por uma sociedade que saiba respeitar a pluralidade, que valorize e
garanta os direitos de todas as pessoas, sobretudo: as religiões de matriz
africana, mulheres, negros/as, pessoas com deficiência, comunidade LGBTTI e
jovens negras.
Acredito que a política
deve ser feita em favor da sociedade como um todo, possibilitando
oportunidades, sobretudo aos que mais precisam, à parcela mais pobre da
sociedade. Por isso sempre dedico minha vida para gerar oportunidades a
mulheres e homens que delas precisavam. Sou uma mulher experimentada e moldada
para a luta política, pois venho preparando e acumulando reflexão e experiência
política há décadas. Sei que esse sonho não é um projeto político pessoal, mas
de todas as pessoas que querem uma nova forma de fazer política: participativa,
séria e comprometida com o povo.
Abracei o Núcleo de
Igualdade Racial do Grupo Mulheres do Brasil por acreditar na luta conjunta
para vencer as barreiras do racismo, do sexíssimo e do patriarcado. Essa data
para mim é este momento de muita reflexão e celebração por estarmos caminhando
mesmo com todos os desafios a nós colocado. Somos resistência.
Goiânia,
22 de julho de 2020






































































