Em 1993, na República
Dominicana, cerca de 400 mulheres negras de todas as partes do mundo decidiram
comemorar um reencontro há muito gestado. Em Goiás começamos a comemora a data em 1996 com 13 mulheres negras e hoje são várias entidades e movimentos pensando essa caminhada.
Irmãs de todos os continentes
firmaram o 25 de julho, para que celebrássemos a vitória de estarmos aqui na
América Latina e no Caribe sem perder o Axé e a dignidade.
No dia 4 de julho, o Grupo de
Mulheres Negras Dandara no Cerrado realizou a Feijoada da Sustentabilidade,
marcando a abertura das ações do Julho das Pretas no Cerrado Goiano.
O evento aconteceu na Sede da ONG no Jardim São José em Goiânia, Goiás, Brasil com a participação de amigas e amigos da Dandara e muitos não puderam estar presentes, mas adquiriu sua feijoada para saborear em casa.
“Nanâ, a terra abriu seu
ventre. Vento latino - Americano Caribenho.
Quente e negro!
O fruto desse vento é bendito.
É mulher. É negra.
Negra Mulher de muitos desafios.
Negra Parideira dos caminhos
de florescer.
Yemanjá criadora de novas
possibilidades.
E nasce mulher, a negra.
Latina
e Caribenha neste 25 de julho, com determinação de Obá.
Nasce guerreira em vento e
fogo.
Ewá Iansá
Muitas lutas de ser Mulher.
Bonita.
Parideira.
Rainha sim.
Yabá.”






























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