domingo, 5 de julho de 2026

04-05-2026 Feijoada da Sustentabilidade - Julho das Pretas começa com o sabor da resistência e da ancestralidade!


Em 1993, na República Dominicana, cerca de 400 mulheres negras de todas as partes do mundo decidiram comemorar um reencontro há muito gestado. Em Goiás começamos a comemora a data em 1996 com 13 mulheres negras e hoje são várias entidades e movimentos pensando essa caminhada.

Irmãs de todos os continentes firmaram o 25 de julho, para que celebrássemos a vitória de estarmos aqui na América Latina e no Caribe sem perder o Axé e a dignidade.

Por isso comemoraremos com festa e reflexão. 


No dia 4 de julho, o Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado realizou a Feijoada da Sustentabilidade, marcando a abertura das ações do Julho das Pretas no Cerrado Goiano.



Mais do que um almoço, este é um encontro de fortalecimento, celebração, afeto e compromisso com a luta das mulheres negras, em defesa da vida, da justiça socioambiental e do bem viver.

 

O evento aconteceu na Sede da ONG no Jardim São José em Goiânia, Goiás, Brasil com a participação de amigas e amigos da Dandara e muitos não puderam estar presentes, mas adquiriu sua feijoada para saborear em casa.

Foram momentos de encontros e vivências entre gerações e familiares.  

 
É no encontro celebrativo que os diálogos vão sendo celebrado, com conversas, musica e comida. 


 
Afeto e solidariedade.


 
Assim a vida renasce e fortalece a esperança de dias melhores para as mulheres negras

  

Entre sorrisos e acolhimento. Simplicidade e cupricidade.

 

Porque:

“Nanâ, a terra abriu seu ventre. Vento latino - Americano Caribenho.

Quente e negro!

O fruto desse vento é bendito. 

É mulher. É negra. 

Negra Mulher de muitos desafios.

Negra Parideira dos caminhos de florescer.

Yemanjá criadora de novas possibilidades.

E nasce mulher, a negra. 

Latina e Caribenha neste 25 de julho, com determinação de Obá.

Nasce guerreira em vento e fogo.

Ewá Iansá

Muitas lutas de ser Mulher.

Bonita. 

Parideira. 

Rainha sim.

Yabá.”



 

 



 

 

 

  

 

 

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