terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

30/01/2018 Reunião de Planejamento do Projeto Investiga Menina!

Investiga Menina!

Organização: Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado
Goiânia/GO
Projeto vai promover ações coletivas para o benefício da comunidade escolar, visando proporcionar experiências e informações sobre as contribuições das mulheres para a criação de recursos científicos e tecnológicos. Serão desenvolvidos Objetos Virtuais de Aprendizagem (OVAs) sobre história de mulheres cientistas contemporâneas, intervenções pedagógicas com rodas de conversa e vivências interculturais em que as estudantes terão contato com cientistas e pesquisadoras.

PROJETOS SELECIONADOS NO EDITAL QUE VISA APROXIMAR MENINAS DAS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIAS

Parceria entre Fundo ELAS, Instituto Unibanco, Fundação Carlos Chagas e ONU Mulheres selecionou mais 10 projetos de todo o Brasil


 Estiveram presente na reunião as seguintes pessoas:  Deuzilia Pereira da Cruz, Anita Canavarro, Sofia Canavarro Benite, (Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado), as estudantes/Pesquisadoras da UFG  que estão no Mestrado, iniciantes na área de pesquisas....Regina Nobre Vargas, Fernanda Silva Fernandes, Geisa Louse Mariz Lima,  Morgana A. Bastos e online Gustavo Augusto Assis Faustino que estava em Coimbra Portugal tendo como objetivo discutir as ações do projeto e uma agenda de trabalho. Encaminhamentos a ser assumidos durante as ações do projeto.

O projeto visa ações coletivas no Colégio Estadual Solon Amaral e na Sede da Dandara no Cerrado, sendo duas unidades de aprendizagem e com vivências interculturais, tecnologias de informação isto acontecera uma vez por mês no Colégio e na Sede da Dandara no Cerrado. sendo sempre sexta feira na Escola e  sábado na Dandara no Cerrado.

Tudo isso porque ao longo de décadas as mulheres cientistas ficaram invisíveis nas ciências e portanto buscamos no Projeto “INVESTIGA MENINA!” promover ações coletivas para o benefício da comunidade escolar, com vistas a proporcionar experiências e informações sobre a contribuição destas mulheres para a criação de recursos científicos e tecnológicos. Neste escopo, este projeto advoga pela melhoria da visão crítica e da formação das professoras/es, alunas e alunos, direção, corpo pedagógico e responsáveis legais (pais, mães, avós, avôs dentre outros). 
Depois de discutimos bastante quais serão as cientistas convidadas e elencado alguns nomes pensamos como faria tudo isso acontecer ao longo de 2018. Ficou então que as vivências seriam na Escola as sextas feira e sábado ma Dandara no Cerrado lembrando que o convite vai se estender as escolas aqui da região do Jd América e adjacências para estes momentos de vivencias


 A Nossa próxima reunião na Sede será no dia 20 de fevereiro de 2018 às 15h. Foi também definido algumas funções da equipe de trabalho, dividindo algumas tarefas
Estamos agradecida por este momento de novos desafios na caminhada, mas vale investir em novas cientistas iniciado no ensino médio. nosso foco maior será na Escola do Conjunto Vera Cruz II, pois foi esta escola que nos deu uma carta para desenvolver as ações no Colégio Estadual Solon Amaral

Noticias do Site do Fundo ELAS

"Fundo ELAS, Instituto Unibanco, Fundação Carlos Chagas e ONU Mulheres anunciam o resultado do 2º Edital Gestão Escolar para Equidade: ELAS nas Exatas, que visa favorecer a inserção das meninas nas áreas de ciências tecnológicas e exatas por meio da promoção da equidade de gênero e do reconhecimento da escola como um espaço estratégico e importante na promoção dessa transformação.

Foram selecionados 10 projetos das 5 regiões do Brasil. São iniciativas que vão promover capacitações em robótica, programação e desenvolvimento de games e aplicativos; construção de protótipos de geração de energia elétrica; aulas e debates sobre história de mulheres cientistas; observações astronômicas; oficinas de mídias digitais e software livre; experimentos com plantas medicinais; etc. Jovens mulheres negras, indígenas e quilombolas são algumas das proponentes das atividades.
Recebemos 113 projetos de grupos e organizações de Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

“Estamos muito satisfeitas de poder viabilizar oportunidades em escolas públicas para que meninas das 5 regiões do Brasil se aproximem e se apaixonem pelas ciências exatas”, diz KK Verdade, coordenadora executiva do Fundo ELAS.

“Este edital busca fomentar práticas de gestão escolar e pedagógicas que, ao reconhecer a existência de uma cultura que reflete as discriminações da nossa sociedade, quebra estigmas e promove equidade em favor das jovens, ampliando suas possibilidades de realizar quaisquer escolhas – neste caso, no campo das exatas. A sólida capacidade técnica das pareceristas decidiu por 10 projetos que representam todo o país, privilegiando uma diversidade de contextos para além de regiões metropolitanas. Estamos satisfeitos com o resultado pois permitiu aliar a agenda de equidade de gênero à étnico-racial” comentou Ricardo Henriques, Superintendente Executivo do Instituto Unibanco.

"A busca por editais como o ELAS nas Exatas mostra a importância de trabalharmos com gênero nas escolas. Colaborar com as escolas para a equidade na educação, desconstruir preconceitos de gênero contribui para a autonomia das jovens mulheres em suas escolhas profissionais. As mulheres têm muito o que contribuir para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia brasileiras”, argumenta Sandra Unbehaum, da Fundação Carlos Chagas.

Participaram do comitê de seleção conselheiras do Fundo ELAS e especialistas das áreas de direitos das mulheres, da educação e das ciências exatas. Os projetos foram avaliados segundo critérios como: pertinência em relação à proposta definida pelo edital; adequação da metodologia; adequação da aplicação dos recursos; viabilidade técnica; amplitude dos efeitos na comunidade escolar; inovação; ações comunicativas; impacto social local; promoção de diálogos com a sociedade e potencial de replicabilidade.


Confira a lista de projetos aprovados:"

Investiga Menina!
Organização: Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado
Goiânia/GO
Projeto vai promover ações coletivas para o benefício da comunidade escolar, visando proporcionar experiências e informações sobre as contribuições das mulheres para a criação de recursos científicos e tecnológicos. Serão desenvolvidos Objetos Virtuais de Aprendizagem (OVAs) sobre história de mulheres cientistas contemporâneas, intervenções pedagógicas com rodas de conversa e vivências interculturais em que as estudantes terão contato com cientistas e pesquisadoras.


Akotirene Kilombo Ciência
Organização: Instituto COMPaz
Triunfo/RS
Projeto vai promover oficinas e palestras nos campos da Astronomia, Biologia e Química, com experimentos com plantas medicinais e observação do céu noturno, além de rodas de conversa sobre mulheres nas ciências, envolvendo alunas da escola parceira e da comunidade quilombola local.


Energéticas
Organização: Cientistas do Pampa
Uruguaiana/RS
Projeto vai promover rodas de conversa sobre mulheres nas ciências exatas, visitas a laboratórios científicos, capacitação de grupos de meninas para construção de protótipos de geração de energia elétrica a partir do aproveitamento da energia solar e participação na feira de ciências da cidade.


LabElas: mídias digitais e software livre na Escola Estadual Indígena Pankararu Ezequiel
Organização: AMIGP – Associação das Mulheres Indígenas Guerreiras de Pankararu
Tacaratu/PE
Projeto visa oferecer oficinas em mídias digitais e software livre para meninas indígenas, capacitando-as na produção de rádio-documentários, podcasts, fanzines, etc, para que, empoderadas no uso de tecnologias, reconheçam seus talentos e oportunidades nas áreas de produção digital, tecnologia e comunicação, livres de estereótipos de gênero e raça.


GTE – Grêmio Tecnológico d’Elas
Organização: Associação REDUCA
Franco da Rocha/SP
Projeto visa articular a gestão escolar e o grêmio estudantil em atividades como palestras de mulheres que atuam profissionalmente nas áreas de exatas e tecnologias, oficinas práticas focadas em programação de microcontroladores e robótica e oficinas de desenvolvimento de games e aplicativos.


Projeto ProgrAmazonas
Organização: Associação Fab Lab Belém
Belém/PA
Projeto vai oferecer cursos teóricos e práticos de programação (Python, Arduino e Programação web – HTML, CSS e JavaScript) ministrados por mulheres para mulheres, discussões sobre o papel da mulher na tecnologia e palestras sobre a atuação feminina no desenvolvimento de tecnologias na região amazônica.


Sou mulher, sou negra, serei exatas!!!
Organização: Conselho Escolar Professor Severino Pessoa de Luna
Chã de Alegria/PE
Projeto pretende, através da divulgação de histórias de mulheres negras cientistas, despertar o gosto pelas ciências exatas, oferecendo também aulas de Matemática, Química, Física, oficinas de Robótica, visitas técnicas a laboratórios de universidades locais para as meninas e um seminário.


Gurias nas exatas
Organização: Meninas na ciência
Porto Alegre/RS
Projeto vai promover oficinas de robótica, observações astronômicas, visitas à universidade com debates, palestras sobre ciências abertas à comunidade, exposições itinerantes, formações para professores/as sobre estereótipos de gênero, além de produção de material informativo sobre ciência e gênero.


Lugar de Mulher
Organização: Associação de Pais e Mestres da Escola Estadual Lino Villachá
Campo Grande/MT
Projeto vai realizar oficina de fotografia, técnica conectada com conhecimentos de física, ótica, mecânica, matemática, proporcionalidade, geometria. A fotografia
também será usada como uma ferramenta para abordar questões como autoestima e representação. Serão realizados ainda um grupo de estudos de ciências e matemática preparatório para Olimpíadas de exatas, formação de professores e visitas a universidades.


Engenheiras da Borborema
Organização: Mulheres na Engenharia: IEEE/UFCG
Campina Grande/PB
Projeto visa promover oficinas práticas de eletrônica, informática, energias renováveis e programação, cine debate e rodadas de palestras sobre mulheres nas ciências, visitas técnicas e capacitação de professores/as sobre novas didáticas para as exatas.



Saiba mais sobre o ELAS nas Exatas e conheça os projetos apoiados na primeira edição do edital: http://www.fundosocialelas.org/elasnasexatas/. Acompanhe as atividades dos projetos apoiados no Facebook e no Twitter do ELAS nas Exatas.

domingo, 28 de janeiro de 2018

27/01/2018 Reunião de Planejamento das Ações 2018 - Dandara no Cerrado.

Apresentação da Dandara no Cerrado - O Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado é uma organização da sociedade civil, feminista, sem fins lucrativos, fundada em Goiânia em 2002. O grupo foi criado para contribuir com o processo de formação, capacitação e divulgação de conhecimentos sobre a população negra, especialmente as mulheres negras e seus familiares. Hoje o grupo tem como missão contribuir para a construção de uma sociedade justa, plural, anti racista e sexista, solidária, afirmando o direito à cidadania, a partir de uma perspectiva feminista, no contexto das ações educativas em gênero, raça, mulheres negras bem como o combate a violência contra a mulher.
Marta Cezaria faz as anotações na reunião para passar alguns informes as participantes que não estiveram presentes na reunião. rita de Cássia Araujo chega na reunião e acolhe a nossa companheira Malu - Maria Luiza Cavalcante Lima Líder do Núcleo  Combate a Violência contra a Mulher e Igualdade Racial  - Coordenadora do Núcleo de Goiás - Mulheres do Brasil a qual representa nesta reunião as Mulheres do Brasil.
O Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado integrou no fim do Ano de 2017 ao Grupo Mulheres do Brasil o qual tem vários núcleos de trabalho e o nosso fico no Núcleo de Igualdade Racial. Já participaram antes da reuniões Anadir Cezario, Rita de Cassia Araujo e Ironildes Cândido. No Encontro Nacional Marta Cezaria de Oliveira em Dezembro em São Paulo.
Abraço caloroso foi o forte do nosso primeiro encontro esse ano.
Muita alegria e disponibilidade para recomeçar a caminhada este ano mesmo com todos os desafios que encontramos na caminhada. Ser mulher negra, pobre, trabalhadora com salários baixos, filhos, maridos, casa para cuidar, doenças, famílias, disse e me disse no grupo, invejas, diferenças....mas é aí que acreditamos que estamos no caminho certo. Tivemos muitos testemunhos ontem e na caminhada. Vale continuar caminhando. esse caminhar que começa em 1998 com estas companheiras entendendo ou não o que é ser feminista negra.
Aqui estamos fazendo memória da nossas camisetas, pois elas também compõem a nossa história. Ao fazer memória vem muita gente que no momento não estar presente, mas contribuiu e contribui com a nossa caminhada. Pois cada uma foi e é um tijolo nesta construção coletiva.

Aqui estamos fazendo a apresentação pessoal de cada uma presente; Rita de Cassia Araujo trabalhadora da Conurg/ Atua no Coletivo de Mulheres da Comurg/Da ONG Dandara no Cerrado representou o Coletivo na Reunião das Mulheres do Brasil no fim do ano e lembrou que ficou uma proposta de ter um trabalho junto as mulheres do Coletivo do Projeto Mulheres que Transformam Lixo em Lucro. 
Simone Maria de Jesu Galvão trabalhadora  TLU nada Conurg/ Atua no Coletivo de Mulheres da Comurg/Da ONG Dandara no Cerrado, neste momento é um assistente social pois acabou de formar no fim de 2017 e atua na Área dela hoje. Na Dandara no Cerrado ela faz parte da Coordenação Executiva como Assistente da Coordenadora de Projetos da ONG. Mulher comprometida com a luta e que percebe o quanto é importante estudar e por isso não vai parar na graduaçaõ vai continuar estudando.
Odair Martins de Sena - Graduada em Pedagogia, trabalhadora TLU da Conurg/ Atua no Coletivo de Mulheres da Comurg/Da ONG Dandara no Cerrado. o Projeto Mulheres que transformam o Lixo em Lucro é uma dádiva na sua vida, bem como ser uma Dandara no Cerrado.
Anadir Cezario de Oliveira Assistente Social, trabalha na Comurg/ Conselho Diretor da Dandara no Cerrado é a Coordenadora administrativa e Financeira da ONG. É do Coletivo de Mulheres da Comurg. Faz memória da caminhada no trabalho, na vida das mulheres e na organização da construção do Coletivo de Mulheres da Comurg. Agradece a tudo que fez mesmo diante de desafios e sem reconhecimento do órgão que trabalha e muitas vezes incompreendidas por colegas na Companhia e na ONG.
Leonor Nunes Machado trabalhadora da Conurg/ Atua no Coletivo de Mulheres da Comurg/Da ONG Dandara no Cerrado, mãe de 10 filhos lamenta que muitas colegas subiram de posição no trabalho e ela não. Mas é feliz com o trabalho, pois antes meu marido não me deixava trabalhar, então fui cuidar de crianças para as mães irem trabalhar sem ganhar nada. Isso me ajudou a escrever poemas, ser uma compositora, pois queria fazer alguma coisa. com 10 filhos não aguentava mais estava fraca e fui atrás de um trabalho mesmo escondida para fugir da maternidade novamente e preencher minha vida vida que estava ficando vazia e quase indo para uma clinica. "Intervenção mulher feminista sem mesmo ter conhecimento do que é feminismo"
Mariana Cunha Pereira Professora da UFG/Coordenação Executiva/Coordenadora de Projetos da Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado, mulher negra que nasceu no Piaui de origem urbano/rural trouxe um pouco sua história e sua trajetória de vida partilhando com o grupo.
Marta Cezaria de Oliveira nem fez apresentação pois ficou mais atendendo telefone e fazendo encaminhamentos urgentes durante a reunião sobre o projeto que o arquiteto Leônidas Albano estava concluindo para trazer para a reunião.  
Malu se colocou a disposição para fazer o projeto que vamos apresentar as Mulheres do Brasil em relação a construção da nossa Sede e transmites com o arquiteto e o projeto. Falou da alegria de conhecer um pouco o nosso trabalho e da alegria de poder estar contribuindo, pois as Mulheres do Brasil não inventa a roda. Elas entra no que já esta sendo feito pela ONG e que pode gerar empoderamento para outras mulheres. Portanto ela tinha que sair pois era aniversário de seu filho. Mas foi muito legal a sua presença na reunião.
Registramos com ela este momento de encontro e partilha de vida.
aqui ela esta comprando uma camiseta da ONG Dandara no Cerrado.
Os afazeres nos chama, essa é a realidade de mãe, mulher...

...mas nada impede a nossa alegria... sorrisos sempre.
Aqui estamos convidando você a vir conosco nesta caminhada e comer feijoada e sambar bastante no domingo dia 04 de fevereiro de 2018 quando celebraremos o aniversario beneficente de Marta Cezaria e Deuzilia Pereira da Cruz. Vem conosco, vem!
Não esqueça de comprar seu ingresso e entrar nesta corrente do bem.
No fim chegou Deuzilia Pereira da Cruz e o Arquiteto Leônidas Albano para assinar os documentos que serão entregue na Prefeitura e anexar ao projeto das Mulheres do Brasil.
foi uma reunião que trouxe muito aproveitamento para todas.

Registrar estes momentos são importantes na nossa caminhada.



sábado, 27 de janeiro de 2018

27/01/2018 Ações da Feijoada do Niver de Marta Cezaria e Deuzilia Pereira da Cruz

Olha e sinta nossa alegria ao receber os ingressos para o nosso evento. Mulheres fortes, guerreiras que acreditam uma na outra. Também com tanta coisa para planejar a manhã foi pequena, mas ficamos de agendar uma reunião para continuarmos discutindo as ações do grupo, 8 de março, projetos Investiga Menina, Pretas de Angola, representação em Conselhos, atendimento na sede, parcerias... e muito mais.

...isso aqui é só o começo da venda dos ingressos... no dia uma grande roda de Samba. Venha sambar com a gente....
Cada ingresso que vendermos veremos quais são nossos amigas e amigos, pois o valor ser doado a Dandara no Cerrado. 

se você é amigo/a da Marta Cezaria ou da Deuzilia Pereira da Cruz nosso presente é sua presença.
Compre seu ingresso ou confirme sua participação, pois será muito bom este momento de saberes, sabores e muita animação com a Roda de Samba.

Aqui estão as primeiras amigas desta jornada. Esperamos que mais pessoas vem pegar seu ingresso.

Nossa festa começou muito animada. Mariana trouxe um bolo para começarmos a nossa partilha de saberes e sabores.

Joaquina e Maria Cristina celebra com sorrisos este momento. 

Veja Rita de Cassia e Dona Leonor oferecendo os ingressos

Maria Cristina, mesmo sendo uma Dandara Catadora se coloca junto a nós nesta luta pela manutenção dos nossos projetos.

Aqui Anadir, Odair Martins e Simone Galvão mostrando que com a união é possível vender 100 a 150 ingressos. Vem pegar o seu.
Veja o que tem pra você se divertir....sambar...

Assim chegaremos ao domingo do dia 04 de fevereiro onde Marta Cezaria e Deuzilia celebra com vocês seu aniversário. Anadir Odair Martins Sena e Simone Galvão depois da reunião.

Dona Leonor, Joaquina e Simone partilhando experiências. Grande riqueza.

Esteve conosco a Malu da Coordenação do Núcleo de Goiás representando as Mulheres do Brasil onde discutimos muitas experiências e partilha de vida. Muita esperança, projetos e sonhos de todas presentes 

Dona Leonor, Marta Cezaria, Joaquina, Malu, Cassia, Anadir, Simone e Odair martins registra aqui o seu compromisso.

Didin é bom. Mas sua amizade e compromisso com a causa das mulheres negras é melhor.
Por isso não esqueça venha!!!!


...aguardamos vocês...





sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

CONVITE


 O Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado convida você para a reunião de Planejamento das Ações de 2018 que acontecerá nos dias 27 de janeiro de 2018, as 09h na Sede do Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado.

Dia: 27 de janeiro de 2018 (sábado)
Horário: 9h
Local: Sede do Dandara 
Endereço: Rua C 176 nº. 717 Qd 424 Lt21 – Jardim América

Contando com sua participação aguardamos sua confirmação. E para maiores detalhes o contato: 3286 4907 ou mdandaranegras21@gmail.com

Carinhosamente,



Conselho Diretor da ONG