domingo, 3 de agosto de 2014

25 de Julho - Dia da Mulher Negra em Goiânia-2014

 Anadira Cezário rumo ao ato 
 Marta Cezária faz o lançamento da Marcha de Mulheres Negras/2015
 Marta Cezária apresenta os objetivos do Ato Público e menciona as entidades parceiras
 Lideranças da Congada 13 de maio de Goiânia
 ONG Mulheres Negras Dandara no Cerrado presentes ao Ato Público
 Deuzília Pereira Cruz, Coordenadora Geral da ONG Dandara no Cerrado
 Panfletagem marca o Ato Público
 Representante do Sindicato dos Trabalhadores em Educaça, Roberta Vilela
 Roberta Vilela e Anadir Cezária divulgando a Rash Tag
 Waldenora Borges, do Coletivo de Mulheres da COMURG e  Conceição Teixeira de Oliveira
 Marta Cezária referencia as entidades parceiras da Marcha de Mulheres Negras
 Rosa Costa Lima presente ao Ato Público
 Panfletagem sobre o Dia das Mulheres negras


 Rosa Flor e Naomi Leal , juventude no Ato Público
 Marilene Martins e Marta Cezária



 Crianças panfleteiam no Ato Público

 Tenda de Mulheres Negras no Ato Público

 Adelma Martins e Taísa, SEPPIR/Goiânia


 Hash Tag #MarchadeMulheresNegras: Anita, Marilene, Lucilene, Rosa Flor
 Anita Canavarro e família
 Alba Valéria, Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher faz uso da palavra, ao lado das companheiras
 Lucinete Jardelina, CACUNE; Roberta Vilela, SINTEGO; Alba Tania, CMDM; Jucilene Barros, FMGO;
Fátima Veloso, SINDSAÙDE, Anadir Cezário, DANDARA; Marta Cezária, FNMN; Geralda, Missionária de Jesus Crucificado; Lucilene Vitório, CONEN



 Ana Rita Marcelo de Castro, Secretária de Igualdade Racial de Goiânia


 Rosângela, do Coletivo de Mulheres da COMURG
 Vera Lúcia dos Santos Lima e Rosa da Costa Lima, ONG Dandara no Ato Público




 Lucinete Jardelina e Marta Cezária

 Letícia Teixeira de Oliveira, ONG Dandara
 Conceição Teixeira de Oliveira e Waldenora Borges
 Watusi, Conceição Oliveira e o bebê Lélia

 Secretaria Municipal dos Direitos da Mulher presente na Marcha
 Lucilene Vitório, CONEN
 Taísa e Adelma, panfleteando

Lu, da Congada, Marilene Martins e Lucilene dos Santos
 Christina, visitante da Dandara
Christina e Luca, visitantes da Dandara

José Eduardo, Assessor de Direitos Humanos da Prefeitura de Goiânia




Anadir Cezária em roda de conversa, no Ato Público


Representates da ONG Dandara e Malunga

Lucinete Jardelina faz sua fala no Ato Público

Rosa Flor e Lucilene Vitorio
Luca, Christina, Jucilene, Anadir, Anba Rita, Geralda, Conceição
Conceição Teixeira de Oliveira e o casal Christina e Luca
Carla Amorim, Conceição Teixeira de Oliveira e Anadir Cezário


Acolhida dos jovens Suíços Christina e Luca na Sede da ONG Dandara no Cerrado

 Com a presença das coordenadoras (Deuzília Pereira da Cruz, Letícia Teixeira de Oliveira e Vera Lucia dos Santos Lima) do Grupo Dandara no Cerrado, amigos e amigas demos as boa vindas com uma feijoada aos jovens .
 Jucilene Barros da Federação de Mulheres de Goiás também participou deste momento de acolhida
 Esteve presente as seguintes pessoas: Deuzília, jucilene, Anadir, Marta Cezaria, Karla Amorim,Luca, Valdeir, Christina, Vera Lucia, Bianca,Salvador, Professor Heleno, Igor Teixeira,.....
 Valdeir deu uma grande contribuição fazendo uma linda parceria com as mulheres Negras Dandara no Cerrado com o convite feito pela nossa grande parceira Janira Sodré- PUC Goiás.
 Após o almoço foi a roda final das conversas e os últimos acertos para a viagem a São Jorge e aos quilombos.
 A mesa onde os jovens puderam ouvir e conversar muito, pois havia pessoas capazes de falar e responder os anseios dos jovens visitantes.

27 de julho de 2014 - Encontro das Culturas - Roda de Conversa com as Mulheres Quilombolas



Lançamento da Marcha de Mulheres Negras/2015, entre mulheres Kalunga(do Vão de Almas/Cavalcante), na Aldeia Multiétnica/São Jorge -  Alto Paraíso-GO
 Dança da Sussa

 Marta Cezária fala sobre o processo da Marcha e do Dia da Mulhere Negra na América Latina e Caribe
 Janira Sodré fala sobre o tema
 Fátima Regina Almeida de Freitas fala do direito das mulheres a uma vida sem violência...
 ...E sobre o cuidado e a solidariedade entre mulheres


 Marta Cezária convida as mulheres Kalunga a aderir à Marcha de Mulheres Negras e trabalhar o material em suas comunidades

 Hash Tag  #Marcha de Mulheres Negras
 Entoando canções quilombolas

 Fátima Regina Almeida de Freitas motiva as mulheres a enfrentar o sexismo
 Acampamento da Aldeia Multiétnica
 Mulheres Kalunga ensinam a música da Sussa "Marimbondo Sinhá" e a "Formiga Chiquitaia"
 Membros do proafro da  PUC Goiás na Aldeia Multiétnica


Presença indígena na Roda de Comnversa
 Marcando presença multiétnica  no 25 de julho da Aldeia Multiétnica
 Dançando a Sussa
Convite à foto oficial

 Preparando a Roda de Saúde da Mulher Quilombola
 Cantando "Meu quilombo tá lindo como o quê"
 Autonomia e Liberdade para as Mulheres
 Mulheres Kalunga e o compromisso com a Marcha de Mulheres Negras e o Dia da Mulher Negra em 2015

 Foto Oficial


Conversa ao pé do ouvido: saúde quilombola
ONG parceira na Aldeia de São Jorge

Visitando a sede da ONG Cavaleiros de Jorge


Entrevista à Rádio Difusora Internacional/TV Brasil.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Dandara no Cerrado com ações do 25 de julho de 2014

 Convite

O Grupo de mulheres negras Dandara no Cerrado convida você amigas e amigos, Dandaras para participar das Boas Vindas aos amigo/a (Crhistina e Luca) que chegam da Suíça para conhecer um pouco a história e a caminhada das Mulheres Negras Dandara no Cerrado e de algumas Comunidades Quilombolas do nosso Estado com uma acolhida na Sede do Grupo dia 24 de julho deste às 10h.

Também já aproveitamos para convidá-lo a tomar parte na Organização da Marcha das Mulheres Negras 2015, compondo com as demais organizações de mulheres negras de Goiás o grupo que dinamizará a participação do movimento social de mulheres negras em Goiás na marcha. O evento nasceu durante o Encontro Paralelo da Sociedade no Evento Afro XXI, em Salvador, em novembro de 2011.  
Em 2015 celebra-se 320 anos do assassinato  de Zumbi de Palmares e 143 Anos da Lei do Ventre Livre, marcando o Dia da Mãe Preta. E de seus desafios. 

É para celebrar a história de resistência, visibilizar a discriminação  e avançar na luta das mulheres negras que se constrói esta “marcha em movimento”. A Dandara no Cerrado soma-se a esta caminhada.

Ato público marca lançamento da Marcha das Mulheres Negras


 No dia 25 de julho de 2014, entre 9h e 12h, os movimentos de mulheres negras de Goiás realizarão ato público do Dia da Mulher Negra e Lançamento da Marcha de Mulheres Negras.
Contatos:
 
Janira 9679-9900
Marta Cezária 9628-6650
Anadir 9678-1213
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Marcha em Curso…
A Marcha foi idealizada, no refeitório do Tulip Inn Hotel, Salvador-BA, por ocasião do Encontro Paralelo da Sociedade Civil para o Afro XXI: Encontro Ibero Americano do Ano dos Afrodescendentes (16 a 20 de novembro de 2011) e será gestada até 28 de setembro de 2015. Esse grande e dinâmico encontro, em síntese, é uma iniciativa voltada, a aumentar a mobilização/ articulação e fortalecer o processo organizativo de mulheres negras brasileiras tanto no meio rural quanto no urbano. Assim, a intenção é conseguir aglutinar o máximo de negras e organizações de mulheres negras, bem como outras organizações do Movine (Movimento Negro), sem dispensar o apoio de outras organizações de mulheres e de todo tipo de organização que trabalhe pela construção da equidade sócio-racial, de gênero e eliminação da homofobia, negrofobia e de todas as demais formas de discriminação e desigualdades. É bom destacar, entretanto que O protagonismo é de MULHERES NEGRAS BRASILEIRAS.

Data Escolhida…

O ano de 2015 marcará os 320 anos do assassinato de Zumbi dos Palmares, o qual, como qualquer outra pessoa, teve mãe, e, provavelmente, negra. O dia escolhido para essa grande marcha foi o 28 de setembro – “Dia da Mãe Preta”. Neste dia, no ano de 1871, foi assinada LEI Nº 2040, que veio a se chamar Lei do Ventre Livre. Entretanto, por cair esse dia em uma segunda-feira a atividade deverá se estender por mais um ou dois dias. Acreditamos, por motivos diversos, que a marcha das mulheres negras será importante para re-significar o Dia da Mãe Preta e para ampliar a visibilidade da luta e denunciar o desrespeito que a mulher negra vem sofrendo há séculos.