sábado, 22 de outubro de 2011

Participação no Seminário da Rede de Educação Cidadã

Rede de Educação Cidadã realiza seminário sobre mulheres, negros/as, lgbts e juventude
 O Grupo de Mulheres abre o evento com uma banda formada por mulheres
 Roda de Conversas sobre Juventudes, Mulheres, Negros/as, LGBT'S contra criminalização da pobreza/Movimentos sociais, a violência e por garantia de direitos no dia 12 de outubro de 2011



O grupo Dandara contribui na abertura da atividades, com uma poesia onde fala sobre "AEssas e tantas outras", para falar da realidade das mulheres negras e do povo negro mostrando conquistas e desafios da luta dos negros/as.

 Cinthia e Erika trouxe nos cartazes a caminhada das mulheres negras em Goiás e Albineiar e Izabel (FGM) distribuiram a Lei Maria da Penha.

Professora Janira Sodré foi uma das palestrante da noite e sua fala e das outras pessoas que compôs a mesa foram muito boa.
 

Marcha da Moradia em Brasília - DF

 O grupo Dandara no Cerrado participa da Marcha em prol da Moradia em Brasilia - DF, no dia 04 de outubro de 2011






Desfile Afro em Professor Jamil - GO

 Mesa dos Jurados do Desfile

 Desfile constou de trajes sorte e camisetas e também de trajes de festa


 Teve algumas participações especiais de cidades visinhas para abrilhantar a festa


 O público vibou com cada jovem que entrava no palco, foi dificil escolhe as vencedoras, pois todas eram muito bonitas e explessivas na formar de apresentar no palco
 Aqui temos 3 vecendoras


 A Professora que coordenou o desfile junto com o Forum Estadual de Mulheres Negras

Visita das Mulheres e jovens de Professor -Jamil - GO

 As jovens do Quilombo de professor Jamil visitam a Dandara na véspea do Desfile Afro e se alegram ao encontrar um grupo de Mulheres Negras acolhedor

 A visita constou de muitas perguntas e cada uma levou consigo a Lei Maria da Penha

 A Escolha dos tecidos deixou-as muito encantada com a diversidade de panos afros
 A Roda de conversa aconteceu num clima alegre, onde no fim todas tomaram um lanche e continuaram a viagem de volta a sua cidade


 Beleza negra tem nome: As jovens estão disposta a mostrar isso no Palco em Professor Jamil - GO

Roda de Conversa na Sede do Dandara 23-10-2011



Convite

O Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado discute ações do projeto “Ifaradá - Resistência e Direitos Humanos em Goiás” apoiado pelo Fundo Brasil de Direitos Humanos, que tem como objetivos aprofundar debates e reflexões sobre os direitos humanos e a discriminação étnico-racial e de gênero, no contexto do Ano Internacional dos Afro-descendentes; Articular  a Rede de Entidades Negras e Quilombolas do Estado de Goiás; Lançar a Plataforma Política das Mulheres Negras do Estado  de Goiás, construída como resultante de um processo/projeto desenvolvido enrre os anos 2008-2010, 20 de novembro e outros informes dos eventos realizados e da participação em eventos, conselhos e outros..

Para isso voce é convidada a vir pensar conosco as ações do projeto, bem como o processo de sustentabilidade da ONG para que as ações do grupo sejam asseguradas com justiça social.

Data: 23 de outubro de 2011 (Domingo)
Horário: 15h
Local: Sede do Dandara
Endereço: Rua C 176 nº. 717 Qd 424 Lt 21 – Jd América,Goiânia-GO                
Telefone para contato: (62) 3286 4907 / 3945 4853

Contamos com sua participação para enriquecer e fortalecer este momento de produção coletiva.

Confirme sua participação por e-mail ou telefone.
Confira nosso blog:

Carinhosamente,

A Coordenação do Grupo
              


Declaração Política sobre Determinantes Sociais da Saúde (DSS)


DECLARAÇÃO DO RIO
Países assumem compromisso para reduzir desigualdades

Durante cerimônia de encerramento da Conferência Mundial sobre DSS,  o ministro Alexandre Padilha defendeu que “crise econômica se combate ampliando políticas sociais”
A Declaração Política sobre Determinantes Sociais da Saúde (DSS), aprovada nesta sexta-feira (21/10), no Rio de Janeiro, oficializou o compromisso político entre os mais de 100 países signatários pela redução das desigualdades e reforçou a importância das ações sobre saúde. O documento foi apresentado durante a cerimônia de encerramento da Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde, no forte de Copacabana. Desde o dia 19, chefes de Governo, ministros de Estado, pesquisadores, representantes de movimentos sociais e da sociedade civil organizada estavam reunidos para discutir o assunto. 
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que presidiu a conferência, reforçou que é necessário investir cada vez mais nas áreas sociais e em saúde nos momentos de instabilidade econômica. “A nossa Declaração afirma claramente que a crise econômica não pode ser vista como obstáculo para a expansão do direito à saúde, ,mas pelo contrário, como uma oportunidade para expandirmos ainda mais o direito à saúde e políticas sociais”. Citando a estratégia brasileira durante a crise financeira internacional de 2008, declarou: “meu país aprendeu que crise econômica se combate ampliando as políticas sociais”.
Padilha relembrou os ideais presentes na Declaração de Alma-Ata (fruto da Conferência Internacional de Atenção Primária à Saúde, realizada em 1978, no Cazaquistão),  na qual a noção de ações intersetoriais já se fazia presente. Ele pontuou também a necessidade de políticas de saúde específicas e diversas e que auxiliem na redução das desigualdades culturais, raciais, econômicas e sociais e também a necessidade de ações conjuntas entre os países: “temos que juntos lutar pela igualdade”.
O evento foi a maior conferência já realizada fora da sede da Organização Mundial de Saúde (OMS), em Genebra. Para o ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, o encontro escreve “um importante capítulo para a saúde pública e políticas sociais no mundo”. Para ele, sociedades mais justas e inclusivas devem ter como objetivos o bem-estar e a saúde humana.
Rüdiger Krech, diretor do Departamento de Ética, Comércio Equidade e Direitos Humanos da OMS, avaliou que é tarefa de todos os países participantes do encontro avançar na agenda sobre os determinantes sociais. “Temos agora um grupo que terá uma atuação precisa para reduzir desigualdades, como expresso na declaração do Rio. Vamos desenvolver um referencial para trabalhar esses determinantes com outras agências da ONU, como exemplo de ações intersetoriais”.
A ministra de Estado da Saúde e Serviços Sociais da Finlândia, e vice-presidente da Conferência, Maria Guzenina-Richardson, lembrou que o Brasil foi escolhido pela OMS para ser sede do encontro porque, entre outros motivos, foi o primeiro país a responder ao chamado da organização e, ainda em 2006, criou sua Comissão Sobre Determinantes Sociais da Saúde. Desde então, tem assumido um papel de liderança no cenário internacional na busca do compromisso entre as nações por mais solidariedade e redução das iniqüidades.
“A população do Brasil tem muita sorte de ter os determinantes sociais em suas políticas,  isso é muito importante para os países, sejam eles pobres ou ricos. A conferência do Rio determinou uma base essencial para nosso trabalho futuro, para que as nações possam agir no mundo globalizado de maneira prática, para proteger a vida das pessoas e promover a saúde sustentável”, finalizou a ministra.
Informações à Imprensa
(61) 3315-3580/2351